domingo, 8 de setembro de 2013

Uma sugestão para novatos no universo do Batman


A confusa cronologia das histórias em quadrinhos pode desanimar novos leitores.  São tantas reviravoltas no decorrer dos anos que fica difícil saber onde estamos pisando: personagens morrem e voltam, cidades são destruídas e reconstruídas e universos inteiros são reorganizados.
Além disso, é comum que as histórias façam constantes referências a fatos ocorridos em edições anteriores, ou até em outros títulos. Para complicar ainda mais, praticamente todas as histórias formam "arcos": longas sagas dividas em capítulos. Felizmente, as revistas incluem um resumo do que já aconteceu nos números anteriores, mas mesmo assim o leitor novato pode ficar com dúvidas
Por isso tudo, fiquei me perguntando: "se alguém quisesse começar a ler uma revista de super-heróis, qual seria a história ideal?" 
A meu ver, no caso do homem-morcego, essa história seria “Silêncio”. 
Trata-se de um arco publicado nos Estados Unidos de dezembro de 2002 a setembro de 2003 na revista Batman.  No Brasil, saiu de agosto de 2003 a julho de 2004 na revista Batman da editora Panini, e numa edição encadernada, em 2006.
O roteiro é do aclamado Jeff Loeb, de Batman: Dia das BruxasDemolidor: Amarelo, Hulk: Cinza e Homem-Aranha: Azul. A trama é bem construída e aproveita praticamente todos os elementos importantes da mitologia do Batman até aquele momento.  O elenco de personagens é enorme:  entre os vilões, temos Hera Venenosa, Crocodilo, Coringa, Charada, Duas-Caras, Arlequina, Ra's Al Ghul, Cara-de-Barro, Mulher-Gato e Espantalho.  Entre os heróis, Superman, Alan Scott (o Lanterna Verde da Era de Ouro) e até Krypto, o super-cão.
Os desenhos são do mega-astro Jim Lee – possivelmente um dos desenhistas mais famosos e influentes das últimas décadas.  Não sou grande fã de seu estilo (e sou minoria, provavelmente), mas ele fez um ótimo trabalho em Silêncio:  Gotham está mais sombria e chuvosa do que nunca, com becos escuros e dirigíveis ancorados em arranha-céus.
A arte-final é de Scott Williams, que já trabalhou em X-Men, Superman, Grandes Astros: Batman e Robin, entre outros.
Existem duas boas edições importadas: uma “normal”, e outra intitulada Hush: Unwrapped, que apresenta os desenhos a lápis de Jim Lee sem colorização e sem arte-final.  As únicas cores são dos textos ou dos efeitos sonoros.  A edição “normal” é muito mais bonita e permite uma maior imersão do leitor na história, mas é bastante interessante ler a Unwrapped num segundo momento.   






quarta-feira, 21 de agosto de 2013

The Walking Dead: os quadrinhos que deram origem à série de TV

Não é novidade que os quadrinhos de The Walking Dead estão entre os melhores lançamentos dos últimos anos, além de terem se transformado em fenômeno editorial. 
Com o lançamento da série de TV, a saga de Rick Grimes foi levada a uma plateia ainda maior.  Por sinal, os produtores do seriado foram brilhantes ao decidir fazer uma adaptação que não segue passo a passo a narrativa dos quadrinhos: assim, os leitores têm surpresas quando assistem aos episódios, e os telespectadores se surpreendem ao ler as revistas. Só lamento que muitas das pessoas que acompanham a versão televisiva não tenham se interessado em ler o material original.
De qualquer maneira, o interessante (em ambas as versões) é que os zumbis têm um papel secundário, pois o que é realmente importa é o drama humano: as relações entre os personagens e seu comportamento numa época de desespero.
Gosto muito dos textos de Kirkman e do trabalho da equipe de arte: Charlie Adlard (desenhos, arte-final e capas) e Cliff Rathburn (tons de cinza).   
Minha única crítica é que as histórias, por vezes, descambam para o que chamo de “pornografia da violência” – ou seja: longas sequências de violência, como a vingança de Michone contra o Governador (The Walking Dead n°33).  A meu ver, não havia necessidade de mostrar, passo a passo, a mutilação do sujeito.  Sequências assim se repetem ocasionalmente e me parecem uma tentativa de atrair leitores que precisam desse tipo de estímulo - mas isso não tira o mérito dessa excelente obra em quadrinhos.  Cada edição é impossível de largar antes do final.   
No Brasil, o leitor tem duas opções: os encadernados que reúnem diversos números, publicados com o título Os Mortos-Vivos; e as revistas mensais, que mantêm o nome em inglês (The Walking Dead).  Como as histórias têm sequência, o leitor deve começar, preferencialmente, da revista número 1 ou do primeiro encadernado, que reúne os primeiros números.



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Quadrinhos que nos marcam


Algumas leituras nos marcam de verdade.  
Li "The Fury of Iron Fist!" quando tinha cerca de 10 anos, e a história me deixou perturbado. Infelizmente não tenho mais a revista, mas tenho a versão em inglês publicada em The Essential Iron Fist - um daqueles encadernados da Marvel com papel de jornal e centenas de páginas.    
Basicamente, é a origem do Punho de Ferro.  
Daniel Rand passou a juventude sendo educado e treinado na cidade mística de K'un-Lun, como também se deu com seu falecido pai.  Quando estava prestes a enfrentar o desafio final do treinamento, ele começa a refletir sobre sua vida.  A partir daí, a história fica alternando entre o presente e infância do personagem.  
Daniel, ainda criança, viaja com seu pai,  Wendell; sua mãe, Heather; e o amigo da família e sócio de seu pai, Harold Meachum.  O grupo caminhava por uma trilha inóspita e perigosa, cheia de neve, procurando K'un-Lun.  
As coisas começam a degringolar quando os quatro viajantes estão atravessando uma estreita ponte natural, coberta de gelo.  Daniel escorrega, arrastando sua mãe, que, por sua vez, arrasta Wendell.  O cabo que une o casal se rompe, de forma que o menino e a mãe caem numa saliência rochosa alguns metros abaixo, enquanto o pai fica pendurado pelas mãos na ponte. Essa página tem um quadro que eu nunca esqueci: Harold, usando botas de alpinismo cheias de travas pontudas, pisa com violência nas mãos de Wendell, fazendo-o cair no abismo.  Com isso, o falso amigo espera ficar com a empresa só para si, e confessa seu amor por Heather - que, naturalmente, não estava querendo muita conversa com o assassino do marido.  O vilão vai embora, deixando a dupla para trás, contando que certamente morreriam.  
Apesar da situação desfavorável, mãe e filho escalam o paredão gelado e chegam a uma planície - mas o sossego dura pouco.  A dupla é perseguida por lobos até uma ponte de madeira e cordas sobre outro abismo.  As feras estão quase os alcançando, quando Heather se joga aos lobos para dar chances ao filho.  O garoto, parado no meio da ponte, vê a mãe sendo devorada e tenta correr na direção dela, quando subitamente é agarrado por mãos fortes.  Os lobos são abatidos a flechadas, e Daniel é levado para K'un-Lun, onde começa seu treinamento.
Quando cheguei nesse ponto, já estava meio que anestesiado por tanto drama.  O resto da história nem me importava mais. 
Este é um daqueles momentos dos quadrinhos que nos marcam para sempre.  E não era para menos: o roteiro é do grande Roy Thomas (que escreveu muitas das melhores histórias de Conan).  Os desenhos são de Gil Kane, criador do visual do Lanterna Verde da Era de Prata (Hal Jordan), o qual se manteve mais ou menos parecido desde 1959 até hoje.  Kane foi um artista prolífico, tendo ilustrado Superman, Batman, Conan, Demolidor, Homem-Aranha e muitos outros. 
Showcase n°22 - Outubro de 1959
Primeira aparição do Lanterna Verde moderno.
Arte de Gil Kane
Esse foi o meu gibi marcante.  Não lembro de nenhum outro que tenha me deixado tão impressionado na infância, a ponto de fazer-me recordar certos quadros pelo resto da vida.  Isso é o resultado da combinação de um bom roteiro com bons desenhos (aliás, aproveito a oportunidade para fazer uma homenagem a Gil Kane, falecido em 2000, aos 73 anos).

sábado, 27 de julho de 2013

Depenando o Gavião Negro

O Gavião Negro (Hawkman) é um dos personagens de história mais confusa no universo DC.  O próprio nome dado ao herói no Brasil inspira confusão, já que se trata de um homem branco usando um uniforme verde, vermelho e dourado.
É um personagem que, em sua longa história, passou por diversos ilustradores, mas ficou muito vinculado ao traço de Joe Kubert (1926-2012), um dos grandes ícones dos quadrinhos e responsável pelo visual da segunda versão do herói.

Originalmente criado por Gardner Fox e Dennis Neville durante a chamada "Era de Ouro" dos quadrinhos, o Gavião Negro apareceu pela primeira vez na revista Flash Comics #1, de janeiro de 1940. 
A trama começa quando o arqueólogo Carter Hall (por acaso, uma reencarnação do príncipe egípcio Khufu) descobre o “metal enésimo”: uma substância com propriedades extraordinárias, incluindo a anulação dos efeitos da gravidade.  Com esse material, Hall criou um par de asas que prendia às costas com correias.  Para completar o figurino, utilizou armas antigas do museu onde trabalhava e tornou-se um combatente do crime.  Acabou tornando-se presidente da Sociedade de Justiça e permaneceu em atividade até o lançamento de All Star Comics #57 (março de 1951). 

Cerca de dez anos depois, o personagem foi reciclado em The Brave and the Bold # 34 (fevereiro/março de 1961) por Gardner Fox (o roteirista original) e o mestre ilustrador Joe Kubert.  Agora, o Gavião Negro era o alienígena Katar Hol, uma espécie de policial do planeta Thanagar.  Seus poderes (para não dizer seu nome) eram bem parecidos com os de Carter Hall.  O extraterrestre veio para nosso planeta com sua esposa Shayera, perseguindo um criminoso espacial, e acabaram ficando por aqui.  Como se a história não estivesse confusa o sucifiente, Katar Hol decide mudar de nome para Carter Hall, e sua esposa adota o nome de Shiera Hall. 
Em meados da década de 1960, ficamos sabendo que o Gavião Negro original era um habitante da Terra 2 (um mundo paralelo, cuja linha de tempo é um pouco defasada em relação ao nosso universo), enquanto que Katar Hol vivia na Terra 1.  
No final da década de 1970, sobreveio a guerra Rann-Thanagar, e o casal thanagariano voltou ao seu planeta de origem para lutar contra seus inimigos. 
Em 1985, a DC tentou “organizar a casa”.  Seus inúmeros personagens, universos e histórias alternativas estavam praticamente impossíveis de acompanhar.  A série Crise nas Infinitas Terras surgiu para eliminar incompatibilidades, contradições, redundâncias e absurdos em geral.  As várias versões do planeta Terra foram fundidas numa única, mas isso criou ainda maiores confusões no caso do Gavião Negro.  Quem era ele, afinal de contas?  Acabou-se decidindo que o Carter Hall da Era de Ouro havia continuado na ativa. 
Na década de 1990, foi estabelecido que Carter Hall e Shiera vinham reencarnando desde o Antigo Egito, onde haviam encontrado o metal enésimo – que, por sua vez, veio de Thanagar.
A confusão não para por aí (acho eu...) mas já é o suficiente por enquanto.  Não vou nem falar das minisséries Hawkworld e Hora Zero, e das implicações das “Novas 52” sobre o personagem.

A DC lançou um encadernado bem interessante, com 688 páginas, reunindo as revistas HAWKMAN, #1-25 (maio de 2002 a abril de 2004), bem como material de JSA #56-58 e HAWKMAN SECRET FILES.  O roteiro é do prolífico Geoff Johns, um dos roteiristas mais importantes da editora nos últimos anos; e de James Robinson.  Entre os ilustradores, temos Rags Morales, Patrick Gleason e Ethan van Sciver.
Os comentários dos leitores na Amazon são negativos quanto à edição.  Muitos reclamam que o livro é colado, e não costurado, o que dificulta abrir amplamente o volume.  Outros reclamam que não há “extras” (esboços, entrevistas etc.)
O fato de o volume ser colado não me incomodou até agora.  Dá para abrir bem o livro, e as folhas não estão ameaçando cair.  A falta de extras é mesmo um pouco decepcionante, mas não prejudica a edição como um todo.

No geral, vale a pena.

Para maiores informações sobre toda a confusa história do Gavião Negro, recomendo que consultem o verbete em inglês da Wikipedia e a DC Comics Database, ambas inestimáveis na redação deste texto.

sábado, 6 de julho de 2013

Wally Wood - um favorito pessoal

Weird Science n°9
Setembro/outubro de 1951

Uma declaração do mestre ilustrador Al Williamson resume tudo o que eu gostaria de dizer sobre Wally Wood:

Eu conheci pessoas que adoravam o trabalho de Frazetta, pessoas que não gostavam de seu trabalho.  Eu conheci pessoas que adoravam o trabalho de Foster, eu conheci pessoas que não achavam que ele fosse tão bom.  O mesmo em relação ao trabalho de Raymond, o mesmo em relação a outras pessoas.  Acho que nunca conheci alguém que tenha dito que não gostava do trabalho de Wally Wood ou que ele não era tão bom assim.  Eu nunca ouvi isso - tudo o que eu já ouvi é que ele era ótimo.  Eu acho que ele era um dos poucos, senão o único, artista que eu conheço do qual você pode dizer isso.
(Citado em Wally Wood - Sketchbook, p.  112.  Tradução minha.)




Wallace "Wally" Wood teve uma carreira versátil: trabalhou nos tempos áureos da revista Mad; esteve na Marvel, onde desenhou alguns dos primeiros números de Demolidor, escritos por Stan Lee - inclusive o histórico n°7 (abril de 1964), onde o herói inaugurou o uniforme vermelho que se mantém até hoje.

Ilustrou diversas revistas clássicas da EC Comics, como Shock SuspenStories, Weird Science, Two-Fisted Tales e Tales from the Crypt, e as publicações similares da Warren: Eerie e Creepy.   Entre outras honrarias, teve seu nome lançado (postumamente) no Jack Kirby Hall of Fame e no Will Eisner Award Hall of Fame.  

O inigualável Frank Frazetta - possivelmente o maior ilustrador do Século XX - conheceu Wally e chegou a criar uma capa para a revista Famous Funnies em estilo "woodiano", numa declarada homenagem ao colega.
Homenagem de um mestre a outro.
Capa de Frank Frazetta no estilo de Wally Wood.
Famous Funnies n°213
Setembro de 1954




Wally era um grande sujeito, muito divertido.  Minha capa de Buck Rogers é típica de Wood... Uma homenagem.
(Frank Frazetta, citado em Wally Wood - Sketchbook, p.  87.  Tradução livre minha).







Wood tinha uma habilidade e uma criatividade extraordinárias para imaginar espaçonaves, equipamentos e criaturas alienígenas.  Quando eu penso em criar algum desenho num estilo de ficção científica "retrô", é nele que busco inspiração.  

Capa de Wally Wood para Weird Science n. 20
Julho/agosto de 1953


Os últimos anos de Wally não foram fáceis e incluíram crises de alcoolismo, depressão, problemas renais e um AVC que prejudicou a visão em um dos olhos.  Poucos dias depois de receber a notícia de que seus rins estavam trabalhando a apenas 10% de sua capacidade, Wally matou-se com um tiro.  Tinha apenas 54 anos.

Existe uma boa biografia de Wood: Wally's World - The brilliant life and tragic death of Wally Wood, the world's second-best comic book artist, de Steve Starger e J. David Spurlock.  
O subtítulo se refere ao artista como o "segundo melhor" do mundo, e o motivo é explicado na obra: existem vários fatores a considerar ao estabelecer um ranking - inclusive o gosto pessoal - mas  quase todo mundo concorda que Wally Wood merece estar entre os primeiros.  

Eu tenho um carinho especial pela obra de ficção científica desse grande artista.  Outros ilustradores talvez tivessem melhor técnica, ou seja lá o que for, mas Wally era simplesmente imbatível.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

As armaduras do Homem de Ferro

Tony Stark, sempre na vanguarda da tecnologia, não deixa sua armadura ficar desatualizada.
Cada fã tem sua armadura favorita, mas eu, como saudosista que sou, fico com as mais antigas.
Tentarei mostrar algumas das mais interessantes e importantes.
Esta foi onde tudo começou: a armadura cinzenta, construída por Stark e Ho Yinsen no cativeiro.

Tales of Suspense n. 39 
(Março de1963).
Essa armadura improvisada não podia mesmo durar muito, e foi substituída logo no número seguinte da revista por uma versão melhor e mais bonita: a armadura dourada.
Tales of Suspense n. 40
(Abril de 1963)
Os avanços tecnológicos são mesmo muito rápidos.  Em dezembro de 1963, Tony Stark muda novamente de armadura (a terceira naquele ano).  O novo modelo assume, em linhas gerais, as características que se mantêm até hoje:


Tales of Suspense n. 48
(Dezembro de 1963)
No ano seguinte, o cabeça-de-lata mudou seu capacete e inaugurou o visual que eu considero o "clássico".

Tales of Suspense n. 54
(Junho de 1964)


A partir daí, as mudanças foram mais sutis... ao menos até 1985, quando a revista Iron Man chega ao número 200 e surge a armadura vermelha e prateada (Mk VII), também conhecida como "Centurião Prateado".
Iron Man n. 200
(Novembro de 1985)

Não gostei muito dessa armadura, mas enfim...
Depois, surgiu a Mk. VIII, retomando o padrão vermelho e amarelo (ou vermelho e dourado, se preferirem).
Iron Man n. 231
(Junho de 1988).
Muitas outras armaduras foram utilizadas posteriormente, mas uma que chamou muito a atenção dos fãs é a Mk. XXX, de 2005,  que surgiu no arco de histórias "Extremis", escrito por Warren Ellis e ilustrado por Adi Granov.  Esse arco foi uma das maiores influências no roteiro do filme Homem de Ferro 3.
Iron Man n. 4
(Março de 2005)
Tony Stark estava gravemente ferido e precisou utilizar a fórmula Extremis para sobreviver.  Essa fórmula havia sido desenvolvida numa tentativa de criar super-soldados (como já havia ocorrido com o Capitão América), e causava modificações radicais no organismo.  Stark passou a ser capaz de  interagir com a armadura utilizando apenas o pensamento - inclusive para vesti-la sem precisar se mexer.  

Esse assunto poderia levar vários dias, abordando também outras armaduras: espacial, submarina, ártica, stealh, modular e a de telepresença neuromimética... mas isso fica para outra ocasião. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Caminhos da Reportagem

Hoje passei uma tarde muito agradável com a equipe do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil.
Conversei com a repórter Tais Faccioli sobre quadrinhos e tive o prazer de mostrar minha coleção.
O programa será exibido no dia 18 de julho, quinta-feira, às 22h.  Eu falei sobre minha paixão sobre o tema e mostrei algumas "pérolas" do meu acervo.
O pessoal foi muito simpático e profissional.  Desejo sucesso ao programa.
Foto: PROGRAMA CAMINHOS DA REPORTAGEM.    
O programa sobre quadrinhos vai ser exibido no dia 18 de julho.  Tomara que eu não tenha falado muita bobagem...  Nesta foto: a repórter Tais Faccioli e a equipe da TV Brasil.